As tuas intenções não são tuas,
Tu é que, por teres as tuas intenções és o que és.
A nossa consciência que quase sempre é consciência de nada,
Vazia de conteúdos como cheia de significados, não nos torna melhores
Que as alfaces e as pedras e nem capazes de qualquer ato consciente, gosto ou desgosto.
Te tornas sempre cheio de consciência e com intenções das quais não tens consciência.
Amar é assim, gostar sem saber porque, porquê não amamos de nós mesmos mas
Por uma intenção e consciência que nos são alheias, por isso só somos amantes,
Não somos responsáveis pelo amor.
Todas as boas intenções e qualquer consciência não passam de uma artificialidade para a qual não existe nenhum existir, consciência, intenção ou amor.
Rubdjan Tètis
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